Subiu para 19 o número de casos confirmados de Mpox – anteriormente chamada de monkeypox – em Minas. As notificações mais recentes foram registradas em Contagem e Belo Horizonte. A informação foi confirmada nesta terça-feira (31) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).
Deste total, doze foram registrados na capital. Outros quatro ocorreram em Contagem e um em Ribeirão das Neves, na Grande BH. Teve ainda uma notificação em Formiga, no Centro-Oeste de Minas, e uma em Manhuaçu, na Zona da Mata.
“A SES-MG mantém monitoramento permanente do cenário epidemiológico e reforça a importância de buscar informações confiáveis e adotar medidas preventivas”, destacou a nota da Secretaria de Estado de Saúde.
A pasta informou ainda que, entre os casos, com idades entre 24 e 56 anos, 18 são do sexo masculino e apenas um é do sexo feminino. Todos os registros evoluíram para cura.
Em Formiga
Foi registrado, em janeiro deste ano, um caso isolado de Mpox em um paciente residente em Formiga. O paciente tinha histórico de viagem ao Rio de Janeiro, apresentou sintomas como febre, mal-estar e lesões na pele, teve diagnóstico confirmado por exame e foi orientado a permanecer em isolamento domiciliar, evoluindo para cura sem necessidade de antiviral, com encerramento do caso em 24 de fevereiro de 2026. Todos os contatos foram monitorados, não houve novos registros e, segundo a pasta, a cidade permaneceu sem casos ativos, mantendo apenas o acompanhamento epidemiológico, conforme divulgou a Secretaria Municipal de Saúde.
Sintomas, diagnóstico e tratamento de Mpox
Os principais sinais e sintomas da doença incluem lesões na pele, aumento de ínguas, febre, dor de cabeça e no corpo, calafrios e fraqueza. Ao apresentar sintomas, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação clínica e informar eventual contato com caso suspeito ou confirmado.
A Mpox é considerada altamente infecciosa e o diagnóstico é realizado por meio da coleta de material das lesões, com identificação do vírus pela técnica de PCR. A transmissão ocorre, principalmente, por contato direto com lesões de pele e fluidos corporais de pssoas infectadas, além de objetos contaminados. Para prevenção, recomenda-se evitar contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença e higienizar constantemente as mãos.
Pessoas com suspeita ou confirmação devem permanecer em isolamento até o fim do período de transmissão e não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas, lençóis e talheres. Também é fundamental reforçar a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel.
O tratamento é baseado em suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. A maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada. Não há, até o momento, medicamento específico para a doença.
Fonte: Hoje em Dia









































Discussão sobre isso post